Fortalecendo vínculos e resolvendo conflitos
Ao se apresentar para uma terapia, o casal além de se apresentar individualmente traz um terceiro elemento que é a relação do casal.
Esta relação é o principal foco da Terapia de Casal.
É neste interjogo que se estabelecem:
O objetivo da terapia é detectar e elucidar pontos principais em que a relação esteja falhando, para que possam ser trabalhados.
Um aspecto que é exaustivamente trabalhado é o da comunicação. Uma comunicação truncada, mal compreendida, inevitavelmente gera respostas inadequadas e problemas relacionais.
Demanda interesse de ambos na manutenção do relacionamento, abertura e receptividade para a aceitação de ajustes e mudanças.
São necessárias quatro entrevistas (em média):
A partir desta avaliação é realizada uma orientação para o casal, ou segue-se com a terapia, evidenciada sua necessidade.
A Terapia de Casal é compreendida como um processo não só de modificações e ajustes, mas também como um processo profilático, evitando o enraizamento e cristalização de problemas que podem ser de fácil resolução.
Importante: O fato de duas pessoas estarem apaixonadas e felizes não é suficiente para que o casamento dê certo. Uma relação duradoura implica em mudanças e ajustes constantes.
Na escolha do(a) parceiro(a), existem motivações conscientes e inconscientes.
A importância das relações objetais nos primeiros anos de vida: boas relações com pai, mãe e familiares levam a boas escolhas e garantem saúde e bem-estar.
A chegada do primeiro filho é um período intenso, fonte de prazer e de desgaste.
Se o relacionamento do casal era bom antes do nascimento, esta será apenas uma fase de adaptação que trará fortalecimento à relação.
Mas se o casamento já não estava bem, a chegada de um filho pode abalar ainda mais o relacionamento.
A chegada do primeiro filho necessita para ser bem vivida de: maturidade, equilíbrio e muita tolerância do casal.
Brigas, ataques, insultos, e o amor se transforma numa batalha cotidiana.
A agressividade vai se desenvolvendo aos poucos, ativada pelas frustrações e decepções.
Se o casal tem filhos, eles também são atingidos e podem desenvolver:
Quanto maiores as expectativas com relação ao parceiro(a), maiores as frustrações.
A atividade sexual por si só não mantém um casamento, mas ela é o termômetro das dificuldades do casal.
Com o transcorrer dos anos, a atividade sexual vai mudando de qualidade, seu poder na relação diminui, passa de intensa para algo mais afetivo.
Isto não é fracasso sexual, e sim a evolução da sexualidade. Cabe ao casal buscar estimular sua vida sexual.
O contato virtual dentro do casamento pode levar ao desenvolvimento da desconfiança.
Este contato pode ser tão devastador para o parceiro(a) quanto um relacionamento de fato, pois vão se desenvolvendo:
Passa a ser um jogo excitante em que o marido ou a mulher foi excluído(a).
A separação vai desencadear uma série de efeitos emocionais, sociais e financeiros. É considerada um processo de luto.
Havendo possibilidade de trabalhar o processo de separação em psicoterapia, ajudará muito o casal a enfrentar este desligamento.
O casal com filhos terá que lidar também com a dor dos filhos. A psicoterapia irá orientar os pais para que preparem seus filhos para esta nova fase de vida.
Se você e seu(sua) parceiro(a) estão enfrentando dificuldades no relacionamento, entre em contato para agendar uma avaliação.
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